A Igreja está preocupada com os casos de abusos entre marido e mulher e filhos?
Qual é a posição da Igreja sobre a homosexualidade?
Qual é a posição da Igreja sobre a poligamia?
Porque não têm as mulheres o sacerdócio?
Qual é a posição da Igreja a respeito do suicídio?
Qual é o papel da mulher na família?
Por que a família é tão importante para a Igreja?
Gordon B. Hinckley, antigo Presidente da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, deu a seguinte explicação acerca do abuso no seio da família:
"Condenamos da forma mais vêemente o comportamento abusivo em todas as suas formas. Denunciamos o abuso físico, sexual, verbal ou emocional contra o cônjuge ou filhos. A nossa Proclamação da Família declara: 'O marido e a mulher têm a solene responsabilidade de amar-se mutuamente e amar os filhos, e de cuidar um do outro e dos filhos. … Os pais têm o sagrado dever de criar os filhos com amor e retidão, atender a suas necessidades físicas e espirituais. … O marido e a mulher - o pai e a mãe - serão considerados responsáveis perante Deus pelo cumprimento dessas obrigações." (Ensign, Nov. 1995, pp 102)
"Quando existe um reconhecimento da igualdade entre marido e mulher, quando existe o conhecimento de que cada criança nascida neste mundo é filha de Deus, então surgirá um maior sentido da responsabilidade para nutrir, ajudar, amar com um amor duradouro aqueles por quem somos responsáveis."
"Nenhum homem que abusa da sua mulher ou dos seus filhos não é digno de de portar o sacerdócio de Deus. Nenhum homem que abusa da sua mulher ou dos seus filhos é digno de ser um membro de pleno direito nesta Igreja.
"O abuso do cônjuge ou filhos é uma das ofensas mais sérias perante Deus e aqueles que persistem nisso podem esperar serem alvo da disciplina da Igreja." (Ensign, Nov. 1998, pp 70).
Gordon B. Hinckley, antigo Presidente da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, proferiu a seguinte declaração sobre o tópico da homossexualidade:
"Acreditamos que o casamento entre um homem e uma mulher é ordenado por Deus. Acreditamos que o casamento pode ser eterno através do exercício do poder do sacerdócio eterno na casa do Senhor.
As pessoas perguntam qual a nossa posição sobre aqueles(as) que se consideram a si mesmos homossexuais ou lésbicas. A minha resposta é de que os amamos como filhos e filhas de Deus. Podem ter certas inclinações que são poderosas e difíceis de controlar. A maioria das pessoas tem inclinações de um ou outro tipo em diversos momentos da vida. Se não seguirem essas tendências, então poderão progredir como acontece com qualquer outro membro da Igreja. Se violarem a lei da castidade e os padrões morais da Igreja, então ficam sujeitos à disciplina da Igreja, como todos os outros membros.
Queremos ajudar estas pessoas, fortalecê-los, apoiá-los com os seus problemas e ajudá-los nas suas dificuldades. Mas não podemos ficar indiferentes se se envolvem em actividades imorais e se tentarem suportar, defender e viver numa situação de casamento do mesmo sexo. Se permitíssemos tal coisa, seria tornar leviana a fundação sagrada e séria do casamento instituído e sancionado por Deus e o seu propósito fundamental, o de estabelecer famílias." (Ensign, Nov. 1998, 70).
Em 1998 o Presidente Gordon B. Hinckley, deu a seguinte explicação da posição da Igreja sobre a poligamia:
"Esta Igreja nada tem a ver com aqueles que praticam a poligamia. Não são membros desta Igreja... Se algum dos nossos membros for encontrado a praticar o casamento plural, será excomungado, a penalidade mais séria que a Igreja pode impôr. Não só estarão em violação directa da lei civil, mas também estarão a violar a lei desta Igreja."
O Senhor ordenou ao Seu povo, em diversas épocas, que praticasse o casamento plural. Por exemplo ele ordenou a Abraão, Isaque, Jacó, Moisés, David e a Salomão a viverem essa lei (Doutrina e Convênios 132:1).
Nos tempos mais modernos o Senhor também ordenou a alguns dos primeiros membros da Igreja a viver o casamento plural. O Profeta Joseph Smith e os seus mais directos seguidores, Brigham Young e Heber C. Kimball, entre outros, não acharam fácil cumprir este mandamento, mas obedeceram. A sua implementação era regulada pelos líderes da Igreja. Todos aqueles que seguiram esta lei pediram permissão para o fazer. O casamento tinha que ser realizado sob o poder selador do sacerdócio. Em 1890, o Presidente Wilford Woodruff recebeu uma revelação que dizia que os lideres da Igreja não deviam continuar a ensinar o casamento plural.
Gordon B. Hinckley, antigo Presidente da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, disse:
"As mulheres não têm o sacerdócio por que essa é a forma como Deus o organizou. É parte do Seu plano. As mulheres têm um papel muito importante na Igreja. Têm a sua própria organização. Foi fundada pelo Profeta Joseph Smith em 1842 com o nome de Sociedade de Socorro, porque o seu propósito original era o de ajudar os necessitados. Cresceu e tornou-se, creio eu, numa das maiores organizações de mulheres no mundo com mais de três milhões de membros. Tem os seus próprios escritórios e a sua própria presidência e comité. E isso repete-se até à unidade mais pequena da Igreja algures no mundo..."
"Os homens portam o sacerdócio, é verdade, mas a minha mulher é a minha parceira. Nesta Igreja o marido não está acima da mulher ou atrás dela - eles caminham lado a lado. Os dois apoiam-se de forma igual para atingir um objectivo mais elevado."
Apesar de ser errado de acabar com a própria vida, pode acontecer que o suicida não seja responsável pelos seus próprios actos. É algo que só Deus poderá julgar.
O Elder M. Russell Ballard do Quórum dos Doze Apóstolos disse acerca deste assunto, "Obviamente, não conhecemos todas as circunstâncias que rodeiam cada suicídio. Só o Senhor sabe todos os detalhes e é Ele que vai julgar os nossos actos aqui na terra."
"Quando Ele nos julga, sinto que vai tomar todas as coisas em consideração: os nossos genes e composição química, o nosso estado mental, a nossa capacidade intelectual, os ensinamentos que recebemos, as tradições de nossos pais, a nossa saúde, e por aí fora". (in "Suicide: Some Things We Know, and Some We Do Not," Tambuli, Mar 1988, 16).
O Apóstolo Paulo ensinou, "Todavia, nem o varão é sem a mulher, nem a mulher é sem o varão, no Senhor" (I Coríntios 11:11).
Perante Deus e no matrimónio, o marido e a mulher são igualmente importantes.
O casamento não dá o direito a um dos parceiros de poder pisar ou abusar do cônjuge. Na verdade, marido e mulher devem-se apoiar um ao outro, como parceiros iguais.
Gordon B. Hinckley, antigo Presidente da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias afirmou:
"Uma nação jamais se poderá elevar acima do que a força das suas famílias o permitir. Se quereis que os vossos filhos modifiquem uma nação, deveis começar pelas famílias, para que os pais possam legar aos seus filhos os princípios e valores que são positivos e concretos e liderá-los a fazerem algo de útil deles mesmos. É isto que tem falhado nos nossos países. Estamos a fazer grandes esforços para obter mais solidariedade nas famílias. Os pais não têm maior tarefa neste mundo do que educar os seus filhos da maneira certa e, com o passar dos anos, nada lhes trará maior satisfação do que filhos que crescem em retidão e honestidade e que estejam a fazer algo com as suas vidas, contribuindo para a sociedade da qual fazem parte".