Devido à sua experiência, organização e armazenamento de provisões, a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias reage imediatamente aos desastres em qualquer parte do mundo. A Igreja disponibiliza ajuda humanitária às pessoas em todo o mundo, não importando a sua religião, cor ou nacionalidade. A ajuda humanitária já chegou a mais de 150 países e compreende montantes na ordem das dezenas de milhões de euros a cada ano.
Alguns exemplos dessa ajuda podem ser encontrados nesta página:
Imediatamente após o devastador terramoto de 12 de Janeiro de 2010, a Igreja em todo o mundo começou, de forma voluntária e coordenada, a enviar suprimentos médicos, alimentos, bens de primeira necessidade, cobertores, geradores, tendas, hospitais de campanha e outros bens, para assistir as milhares de vítimas desta catástrofe. Foram também despachadas equipas de médicos e outros profissionais de saúde para Port-au-Prince, capital do Haiti, para além dos líderes locais e missionários que participam nas operações de socorro e salvamento. As capelas que existem no país servem de centro de refúgio e acolhimento ou como centros médicos de emergência.
A meio dos anos 80 do século passado, uma seca severa trouxe sofrimento a milhões de pessoas em África. Em 1985, a Igreja realizou dois dias especiais de jejum, a 27 de Janeiro e a 24 de Novembro, pedindo aos seus membros para fazerem contribuições generosas para a ajuda humanitária em África. O resultado foi uma contribuição de 12 milhões de euros.
A 24 de Agosto de 1992, a tempestade tropical "Andrew" atingiu o sul do estado da Flórida, nos Estados Unidos da América e causou tantos danos que foi denominada o pior desatre natural na história dos EUA. Os danos causados foram estimados em 30 mil milhões de dólares. A Igreja distribuiu um total de 10 grandes contentores de alimentos, água e medicamentos. Membros da Igreja de todo o sul dos Estados Unidos voluntariaram-se para ajudar as pessoas afectadas a reconstruir as suas casas e a fazer outras reparações - 1800 membros logo no primeiro fim de semana a seguir à passagem da tempestade, 5100 no primeiro fim de semana de Setembro, aos quais se juntaram mais 500 na semana seguinte (entre outras actividades, 3000 casas, uma sinagoga e 3 locais de culto, de outras religiões, foram reparados).
Desde 1989, a Igreja implementou mais de 110 projectos humanitários na Rússia, num valor total superior a 18 milhões de euros. O governo russo expressou a sua gratidão afirmando que nenhuma outra organização fez tanto para aliviar o sofrimento na Rússia do que a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.
Desde 1989, estes países saídos da antiga Jugoslávia receberam ajuda num total de 6 milhões de euros através de 65 projectos de ajuda.
A Igreja desenvolveu projectos de ajuda humanitária para os refugiados do conflito na província do Kosovo. Estes projectos envolveram membros dos países vizinhos e também da Alemanha - a Igreja colaborou com a Cruz Vermelha da Alemanha para realizar no Kosovo a entrega de alimentos, água, medicamentos e ajuda monetária aos necessitados. No total a ajuda ascendeu a mais de 3 milhões de euros.
Através da organização alemã de ajuda "HLT Aktion Nothilfe" a Igreja doou mais de 800.000 euros no Verão de 2002 para as vítimas da maior inundação em centenas de anos. O dinheiro doado foi entregue directamente às famílias afectadas. A maior fatia foi para as pessoas que viviam na zona da antiga Alemanha Democrática.
Desde 1975, data em que a Igreja foi estabelecida em Portugal, o auxílio humanitário tem sido uma das causas mais abraçadas pelos membros no nosso país. Alimentos, medicamentos, kits de sobrevivência para recém nascidos, roupas e agasalhos, livros e materiais didáticos foram distribuídos a instituições de solidariedade social em Portugal e no estrangeiro, especialmente nos países africanos de língua oficial portuguesa.
Nos últimos anos, no âmbito do programa de serviço mundial "Mãos que Ajudam", os membros em Portugal doaram milhares de horas de serviço para a comunidade onde residem, reparando escolas e estabelecimentos de saúde, arranjando espaços públicos, recolhendo lixo de jardins e matas, de forma totalmente voluntária. Muitas destas actividades de serviço são realizadas em cooperação com outras instituições e com o apoio das autarquias e grupos de cidadãos.